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Porque consultar RECALL de veículo

Porque consultar RECALL de veículo

Quando uma pessoa decide comprar um veículo seminovo, é fundamental que ela conheça todas as condições apresentadas por esse veículo, tanto na parte burocrática, de documentação e regularização, quanto na parte mecânica – fundamental para a segurança. E saber porque consultar Recall de veículo é uma das partes importante para garantir sua segurança ao dirigir este veículo.

E se para solucionar esta segunda parte entra em cena o recall de veículo, no que se refere aos documentos e regularização do bem, recorrer a empresas como a Consultas Prime, que faz uma série de verificações legais, é fundamental para não cair em ciladas.

Além disso, por se tratar de um investimento financeiro normalmente alto e de grande relevância, comprar um veículo requer algumas pesquisas prévias para que se faça um bom negócio. Quer saber mais? Continue a ler o texto abaixo.

O que é recall de veículo e como funciona?

Primeiro de tudo, vamos entender o que é recall de veículo ? O termo recall, que ao ser traduzido para o português significa “recolha”, é bastante conhecido pelos brasileiros quando o assunto é automóvel.

Quando há um recall de veículo significa que uma montadora detectou algum problema em determinada peça de uma linha de veículo e solicita aos proprietários desses automóveis que levem seus veiculos até o fabricante para a substituição gratuita da peça em questão.

Da mesma forma que é importante saber se o carro passa por manutenções preventivas, é fundamental estar ciente se aquele veículo teve ou tem que ser submetido a um recall. Lembrando que caso haja o aviso – normalmente feito em canais de televisão, emissora de rádio, redes sociais e nas páginas dos jornais e sites – e o proprietário não atenda ao chamado, o veículo pode apresentar falhas.

Ainda falando sobre a comunicação da montadora com o cliente, a Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN) agora disponibiliza um serviço atualizado para consulta de recall de veículos. Desde 23 de julho de 2024, os proprietários podem verificar chamados de recall diretamente no Portal de Serviços SENATRAN, utilizando o Renavam ou número do chassi.

E se o carro não for submetido ao recall no período de 12 meses após o chamado da montadora, esta, por sua vez, irá informar aos órgãos competentes e essa pendência será incluída no licenciamento anual (CRLV). Por esses e outros motivos é fundamental acionar empresas como a Consultas Prime para verificar a situação documental do veículo e evitar que este carro ofereça riscos a sua segurança.

Não é só o motorista que deve saber do recall de veículo

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil registrou 27.800 mortes em acidentes de trânsito em 2024, abrangendo motoristas, passageiros, motociclistas e pedestres. Embora tenha havido uma redução em relação aos anos anteriores, os números ainda refletem um desafio significativo para a segurança viária.

Paralelamente, o Ministério da Justiça divulgou que, das 785 campanhas de recall de veículos realizadas nos últimos cinco anos, 215 tiveram menos de 15% de atendimento, enquanto 127 apresentaram taxas entre 15% e 45%. Esses dados reforçam a necessidade de melhor comunicação entre montadoras e consumidores para garantir que veículos com defeitos sejam reparados.

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Cabe destacar que não são apenas automóveis que passam por recall, mas também caminhões e motocicletas. Entretanto, voltando ao subtítulo deste texto, Porque consultar RECALL de veículo, da mesma forma que os motoristas precisam estar cientes do recall de veículo, outras pessoas também devem estar atentas a esta informação.

Os familiares e amigos do motorista, por exemplo, devem avisá-lo sobre o chamado para o recall de veículo visando a segurança de todos que utilizam o veículo. Uma empresa que possui meios de transporte, sejam carros, caminhões ou motos também deve estar atenta a estes avisos.

Quais documentos do veículo preciso ter em mãos?

Quando o assunto envolve as palavras segurança e veículo, logo se pensa nos quesitos de funcionamento do automóvel como freios, airbags, cinto e em outros importantes componentes de um automotivo – muitos desses normalmente são ligados ao recall de veículo. Contudo, o tema segurança envolve muito mais do que apenas os aspectos mecânicos do carro.

O quesito de documentação, certamente é de grande importância para quem compra um veículo. Não se trata apenas de uma questão burocrática, ou, como muitos pensam, para arrecadar dinheiro do proprietário do automóvel, mas sim de segurança para quem compra e para quem utiliza o veículo.

Ao consultar RECALL de veículo por empresas como a Consultas Prime, especialista em checagens veiculares, é possível ter ciência do real estado do veículo ao consultar documentos como:

  • Situação de Circulação do Veículo;
  • Situação de Remarcação do Chassi;
  • Indicativo de recall de veículo;
  • Restrições Administrativas /Financeira/Judiciais;
  • Ocorrência de Roubo e Furto Ativa;
  • Histórico de Roubo e Furto;
  • Validação de Chassi;
  • Precificador Realizado;
  • Débitos e Multas;
  • Renajud Detalhado;
  • Indício de Sinistro;
  • Sinistro – Indenização Integral;
  • Ofertado em Leilão;
  • Score de Leilão;
  • Gravame SNG;

Carro roubado, furtado ou cheio de dívidas?

Certamente, nos dias atuais, se tornou mais fácil comprar e vender veículos. Com o advento das mídias sociais e aplicativos, é possível comprar um carro em poucos cliques e minutos. Como resultado de todas essas facilidades, infelizmente é grande também a quantidade de fraudes e de mercadorias que são verdadeiras bombas-relógios.

Comprar Credito consultas prime
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Carros roubados ou furtados, por exemplo, podem ser maquiados e revendidos sem grandes restrições, mas, é possível consultar o número do chassi do veículo – uma espécie de identidade vitalícia do carro. Portanto, é de fundamental importância fazer este tipo de consulta. O mesmo procedimento de consulta vale para evitar negócios com carros que estejam afundados em dívidas e multas.

Checagem especializadas e barata

Além de saber Porque consultar RECALL de veículo, precisa entender também que essa consulta veicular pode e deve ser feita por quem pretende comprar um automóvel e também por quem já adquiriu um e não tem certeza de todas estas informações. Por isso, contar com uma empresa especializada em checagem veicular, como a Consultas Prime, referência também em assuntos de análise de crédito, é muito importante para se constatar a real situação do carro.

Este tipo de consulta veicular é extremamente relevante para quem compra, mas também para quem vende, afinal, é importante saber se o comprador do meu veículo é um bom pagador, se possui um score legal.

E além de toda a experiência oferecida pela trajetória de sucesso da Consultas Prime, é importante destacar que as checagens podem ser solicitadas online – um grande diferencial neste momento de pandemia – e que tanto as verificações veiculares e quanto às checagens de restrições financeiras têm baixo custo. Saiba mais sobre os valores e produtos, clicando aqui.

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Ter histórico de revisão de carros ajuda no momento da revenda?

Ter um bom histórico de revisão de carros pode ser o detalhe que transforma a venda do seu veículo em uma transação rápida e vantajosa. Em um mercado competitivo, onde compradores estão cada vez mais atentos à procedência e manutenção dos veículos, contar com um histórico completo de revisões é sinônimo de cuidado, confiança e valorização.

Mas afinal, o que é revisão? Por que ela é tão importante para quem pretende revender o veículo no futuro? E como manter esse histórico de forma eficiente? Entenda agora todos os detalhes sobre o assunto.

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O que é revisão de carros?

Revisão de carros é um conjunto de procedimentos técnicos realizados para garantir que todos os sistemas do veículo estejam funcionando de maneira adequada. Ela pode ser preventiva, quando o carro está aparentemente em boas condições, mas passa por uma checagem periódica ou corretiva, quando há necessidade de consertar algo que já apresenta falhas.

Entre os itens mais verificados nas revisões estão: freios, suspensão, pneus, sistema elétrico, óleo, filtros, alinhamento e balanceamento. Desse modo, a revisão, quando feita com regularidade, previne falhas mecânicas, aumenta a vida útil do carro e proporciona mais segurança ao motorista e aos passageiros.

O que significa histórico de revisão de carros?

O histórico de revisão de carros representa um conjunto organizado de informações sobre todas as manutenções e cuidados técnicos realizados no veículo ao longo do tempo.

Desse modo, ele pode estar armazenado fisicamente no manual do proprietário, com carimbos e anotações feitas a cada revisão, ou em formato digital, por meio de sistemas adotados por oficinas especializadas, aplicativos de gestão veicular ou plataformas de concessionárias.

Esse histórico deve conter dados como a data da manutenção, a quilometragem na ocasião, os serviços executado, como: troca de óleo, filtros, pastilhas de freio, correias, alinhamento e muito mais. Além disso, sempre que possível, a identificação da empresa ou do profissional que realizou o trabalho.

Além de mostrar que o carro foi mantido em boas condições, o histórico de revisão é essencial para comprovar que o proprietário seguiu as recomendações do fabricante. Isso pode ser um diferencial decisivo em negociações de revenda, já que um veículo com histórico completo transmite mais segurança, confiança e credibilidade ao comprador.

Também é útil para acompanhar desgastes recorrentes e antecipar futuras manutenções, evitando problemas mecânicos inesperados. Sendo assim, o histórico é a prova de que o veículo foi bem cuidado e pode rodar com segurança e desempenho por muito mais tempo.

Qual a importância da revisão de carros?

A revisão de carros é fundamental para garantir a segurança, a performance e a durabilidade do veículo. Ao longo do tempo, diversos componentes sofrem desgaste natural, como pastilhas de freio, correias, filtros, óleo do motor e fluido de arrefecimento são apenas alguns exemplos.

Desse modo, se esses itens não forem verificados e substituídos dentro do prazo recomendado, o veículo pode apresentar falhas inesperadas, colocando em risco o motorista, os passageiros e até terceiros.

Além disso, a revisão evita que pequenos problemas se transformem em grandes prejuízos. Um simples vazamento de óleo, se não for identificado a tempo, pode causar sérios danos ao motor. Da mesma forma, pneus mal calibrados ou desgastados aumentam o consumo de combustível e reduzem a eficiência do freio.

Outro benefício importante da revisão regular é a valorização do veículo. Afinal, carros que apresentam um histórico completo de manutenções tendem a ser mais valorizados no momento da revenda, pois transmitem ao comprador a certeza de que foram bem cuidados.

Sem contar que um carro em dia com a manutenção oferece uma condução mais confortável, eficiente e tranquila para o motorista. Ou seja, investir na revisão é cuidar do seu patrimônio e, principalmente, da sua segurança.

De quanto em quanto tempo é necessário fazer revisão?

O tempo entre uma revisão de carros e outra pode variar conforme o fabricante, o modelo do carro e o tipo de uso que o veículo recebe diariamente. Ainda assim, existe uma média geral adotada por montadoras e mecânicos, recomenda-se realizar a revisão a cada seis meses ou a cada 10.000 quilômetros rodados, o que vier primeiro.

Essa orientação serve como base para manter o bom funcionamento de todos os sistemas do automóvel, prevenindo desgastes prematuros e evitando surpresas desagradáveis no dia a dia.

Alguns veículos mais modernos contam com sistemas eletrônicos que emitem alertas no painel indicando o momento ideal para a próxima revisão. Ou seja, baseando-se na quilometragem ou nas condições de uso. Isso facilita a vida do motorista, mas não elimina a necessidade de acompanhar de perto os prazos.

Além disso, é importante lembrar que o tipo de uso influencia diretamente no intervalo entre as manutenções. Veículos utilizados com frequência em centros urbanos, sujeitos a congestionamentos e paradas constantes, podem exigir revisões mais frequentes, especialmente nos sistemas de freio e suspensão.

Já quem utiliza o carro em rodovias pode perceber um desgaste mais suave em certos componentes.

Por isso, o ideal é sempre seguir o cronograma estabelecido no manual do fabricante e nunca negligenciar as manutenções preventivas.

Como manter um histórico de revisão de carros eficiente?

Para manter um histórico de revisão de carros eficiente, é essencial adotar uma rotina organizada e criteriosa desde os primeiros quilômetros rodados.

Comece guardando todas as notas fiscais e ordens de serviço referentes a qualquer tipo de manutenção, mesmo as mais simples, como trocas de óleo, filtros ou pastilhas de freio.

Além disso, o manual do proprietário deve ser mantido atualizado, com os devidos carimbos das revisões realizadas em concessionárias ou oficinas autorizadas. Esses registros servem como comprovação de que o veículo foi cuidado de forma adequada e dentro dos prazos recomendados pelo fabricante.

Além do formato físico, hoje em dia existem diversos aplicativos que facilitam esse controle de forma digital. Eles permitem armazenar fotos dos documentos, inserir datas, quilometragem e até configurar alertas para lembrar o proprietário da próxima manutenção.

Isso ajuda a evitar esquecimentos e reforça o compromisso com a boa conservação do carro. Outro ponto importante é escolher oficinas de confiança, com boa reputação, já que profissionais qualificados seguem os padrões técnicos exigidos pelo mercado.

Desse modo, com um histórico completo, organizado e confiável, o proprietário garante mais segurança durante o uso do veículo e maior valorização na hora da revenda, pois demonstra zelo e responsabilidade ao futuro comprador.

O que acontece se o carro não tiver histórico de revisão?

A ausência de histórico de revisão de carros pode gerar diversos impactos negativos no momento da revenda de um carro. Quando o veículo não possui registros que comprovem as manutenções realizadas ao longo do tempo, o comprador geralmente se sente inseguro.

Sem essas informações, é mais difícil avaliar se o carro passou pelos cuidados necessários ou se pode apresentar problemas mecânicos futuros. Esse cenário levanta suspeitas sobre a real condição do veículo, o que costuma resultar em propostas abaixo do valor de mercado.

Muitas vezes, o comprador prefere não seguir com a negociação, justamente por não ter garantias de que o carro foi bem mantido.

Além disso, concessionárias e revendedoras costumam exigir esse tipo de documentação como critério para aceitar o carro na troca ou revenda. Afinal, sem esse respaldo, o vendedor perde poder de negociação e, na maioria dos casos, precisa aceitar ofertas mais baixas.

Por isso, é essencial manter um histórico organizado desde as primeiras revisões. Isso demonstra zelo, facilita futuras transações e agrega valor ao veículo.

Mesmo carros novos devem ter os registros guardados com atenção, pois são esses documentos que garantirão credibilidade e valorização quando chegar o momento de vender.

Por que ter o histórico de revisão de carros ajuda no momento da revenda?

Ter o histórico de revisão de carros ajuda no momento da revenda porque funciona como um verdadeiro “cartão de visitas” do veículo.

Quando um comprador interessado se depara com um carro usado, uma das primeiras preocupações é com o estado de conservação e possíveis problemas ocultos.

Um histórico completo, com todas as revisões realizadas e documentadas, mostra que o proprietário se preocupou com a manutenção preventiva. Ou seja, seguiu as recomendações do fabricante e cuidou do veículo de forma responsável.

Isso aumenta significativamente a confiança do comprador, que sente mais segurança para investir no carro. Além disso, veículos com revisões em dia tendem a apresentar melhor desempenho, menos ruídos e menor risco de falhas mecânicas, o que também se reflete em um preço de mercado mais alto.

Muitas concessionárias e lojistas priorizam veículos com histórico de manutenção completa, pois eles são mais fáceis de revender. Da mesma forma, seguradoras avaliam esse histórico antes de calcular valores de apólices.

Sendo assim, em algumas situações, o histórico pode até ser um fator decisivo para fechar a venda mais rapidamente. Ou seja, manter as revisões registradas não é apenas uma questão de cuidado, mas uma estratégia inteligente de valorização do patrimônio.

Quais são os tipos de revisão que todo carro precisa ter para estar funcionando bem?

Antes de falar dos tipos de revisão de carros, é importante destacar que cada uma delas cumpre um papel essencial no desempenho, segurança e vida útil do veículo. Fazer apenas uma ou outra, eventualmente, não substitui o acompanhamento completo. A seguir, veja os principais tipos de revisão:

Revisão dos freios

A revisão dos freios é uma das mais importantes. Afinal, esse sistema garante a segurança do carro e precisa estar sempre em perfeito funcionamento. Além disso, a revisão inclui verificação das pastilhas, discos, fluido de freio e sensores. Se houver desgaste excessivo, o sistema pode falhar e causar acidentes.

Por isso, o ideal é revisar os freios a cada 10.000 quilômetros ou quando houver qualquer ruído estranho ou perda de eficiência na frenagem.

Revisão do sistema elétrico

O sistema elétrico inclui componentes como bateria, alternador, fusíveis, cabos e sistema de iluminação. Uma falha elétrica pode deixar o carro parado ou provocar pane em componentes essenciais, como faróis e setas.

Além disso, a revisão de carros periódica evita imprevistos e aumenta a vida útil da bateria. Também é importante verificar o funcionamento do painel de instrumentos e do sistema de ignição.

Revisão do sistema de suspensão

A suspensão é responsável por absorver impactos e garantir estabilidade ao veículo. Afinal, componentes desgastados afetam a dirigibilidade e aumentam o risco de acidentes, especialmente em curvas ou freadas bruscas.

Desse modo, a revisão deve checar amortecedores, molas, buchas, pivôs e barras estabilizadoras. Manter a suspensão em boas condições também melhora o conforto na direção.

Revisão do motor e troca de óleo

O motor é o coração do carro. Para que funcione corretamente, é preciso fazer trocas de óleo regulares, checar o nível de fluídos, filtro de ar, filtro de combustível e correia dentada. A falta de manutenção no motor pode gerar superaquecimento, perda de potência e até a fundição do motor, que exige alto custo de reparo.

Revisão do sistema de arrefecimento

Esse sistema impede que o motor superaqueça. Afinal, ele é composto por radiador, bomba d’água, válvula termostática e reservatório. A revisão deve garantir que não haja vazamentos e que o nível de líquido esteja adequado.

Problemas no sistema de arrefecimento podem causar danos sérios ao motor e comprometem o desempenho geral do carro.

Revisão dos pneus e alinhamento

Pneus desgastados ou com calibragem inadequada prejudicam a dirigibilidade, aumentam o consumo de combustível e podem estourar em alta velocidade. Desse modo, a revisão verifica o estado dos pneus, realiza o alinhamento e o balanceamento das rodas.

Por isso, é importante fazer esse processo periodicamente ou após passar por buracos e lombadas com impacto.

Revisão do sistema de escapamento

O escapamento é responsável por conduzir os gases resultantes da combustão para fora do veículo, com segurança. Vazamentos, furos ou danos nesse sistema podem aumentar a emissão de poluentes e causar barulhos incômodos.

Sendo assim, a revisão deve inspecionar todo o percurso dos gases, garantindo a integridade das peças.

Revisão é mais do que informações técnicas, valorize o valor de venda do seu veículo!

Como vimos, o histórico de revisão de carros representa o cuidado com o veículo, reflete o compromisso do proprietário com a segurança e serve como uma ferramenta poderosa na hora da revenda.

Um carro bem cuidado, com revisões documentadas, transmite confiança, tem menor desvalorização e é mais facilmente aceito por compradores exigentes. Além disso, fazer a revisão corretamente evita problemas mecânicos e garante mais conforto e tranquilidade no dia a dia.

E se você está pensando em vender, comprar ou apenas manter o controle completo sobre a situação do seu veículo, a Consultas Prime pode ajudar.

Aqui, você encontra diversas opções de consulta veicular, incluindo informações sobre histórico, débitos, sinistros, roubo e muito mais. Para fazer a sua consulta, acompanhe o passo a passo:

  • Acesse o site oficial;
  • Escolha “Consulta Veicular”;
  • Selecione a consulta que você precisa;
  • Informe os dados;
  • Aguarde o seu relatório.

Tudo com segurança, agilidade e confiança. Valorize seu carro e suas decisões. Consulte com quem entende do assunto.

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Quantos pontos na CNH geram a suspensão? Simule agora grátis!

Pontos na CNH são mais do que simples registros administrativos. Eles indicam o comportamento do condutor no trânsito e, dependendo da quantidade acumulada, podem levar à suspensão do direito de dirigir. Saber exatamente quantos pontos na carteira de habilitação geram suspensão é essencial para qualquer motorista que deseja manter a regularidade da sua habilitação.

Veja agora todas as informações sobre o sistema de pontuação, os limites definidos pela legislação e como simular gratuitamente sua situação com segurança.

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O que são pontos na CNH?

Toda vez que um motorista comete uma infração de trânsito, ele recebe uma pontuação associada à sua CNH. Essa pontuação varia conforme a gravidade da infração, podendo ser leve, média, grave ou gravíssima.

Cada tipo de infração tem uma pontuação específica que, somada, pode acarretar penalidades mais severas, como a suspensão da carteira de motorista.

Além disso, os pontos na CNH têm validade por 12 meses e são registrados pelo Detran do estado onde a infração ocorreu.

O que gera pontos na sua CNH?

Todo motorista que dirige em território brasileiro está sujeito a receber pontos na CNH ao cometer infrações de trânsito. O sistema de pontuação foi criado como uma forma de penalizar condutas imprudentes e estimular um comportamento mais responsável no trânsito.

Desse modo, exceder o limite de velocidade, avançar o sinal vermelho, dirigir sem cinto de segurança, utilizar o celular ao volante ou deixar de sinalizar uma mudança de faixa são exemplos comuns de atitudes que geram pontos na sua carteira de habilitação.

Além disso, há infrações específicas que podem implicar consequências ainda mais sérias, como dirigir sob o efeito de álcool ou se recusar a fazer o teste do bafômetro, que podem resultar na suspensão direta da habilitação, independentemente do número de pontos.

Cada infração registrada é acompanhada por um auto de infração emitido pelo órgão de trânsito competente. Desse modo, o condutor pode apresentar defesa, mas, se a penalidade for mantida, os pontos passam a contar no registro da CNH e permanecem válidos por 12 meses.

Sendo assim, acumular muitas infrações nesse período pode levar à suspensão do direito de dirigir.

Por que os pontos afetam tanto a sua CNH?

O acúmulo de pontos na CNH funciona como um mecanismo de controle para evitar que condutores infratores continuem dirigindo sem consequências. Ele tem como objetivo preservar a segurança nas vias, incentivando um comportamento mais prudente ao volante.

Quando o motorista atinge um determinado limite de pontos dentro de um período de 12 meses. Então, o Detran inicia um processo administrativo de suspensão do direito de dirigir, como forma de penalização e reeducação.

Quantos pontos na CNH geram suspensão?

A suspensão da carteira de motorista por excesso de pontos na CNH segue uma regra clara, o limite varia conforme o número de infrações gravíssimas cometidas.

Se o condutor não cometeu nenhuma infração gravíssima no período de 12 meses, a suspensão ocorre ao atingir 40 pontos. Além disso, caso tenha cometido uma infração gravíssima, o limite reduz para 30 pontos.

Com duas ou mais infrações gravíssimas, a suspensão ocorre com 20 pontos. Esses valores foram atualizados pela Lei nº 14.071/2020 e se aplicam à contagem dentro de um mesmo período de 12 meses.

Desse modo, é importante destacar que alguns tipos de infração, como dirigir sob efeito de álcool, ultrapassam os limites e podem gerar suspensão imediata, mesmo com poucos pontos acumulados.

O que fazer para tirar pontos da CNH?

Após a notificação da infração, o condutor pode apresentar defesa prévia, recurso em primeira e segunda instâncias e, se for o caso, realizar curso de reciclagem.

O curso de reciclagem é obrigatório para quem tem a CNH suspensa, mas também pode ser voluntário no caso de motoristas com categoria C, D ou E, que exercem atividade remunerada.

Desse modo, ao concluir o curso voluntariamente, é possível zerar a pontuação, desde que não exista processo de suspensão em andamento.

Além disso, manter uma condução responsável e evitar infrações é a forma mais eficaz de impedir que os pontos aumentem. Sendo assim, o ideal é estar sempre atento à sinalização, respeitar os limites de velocidade, evitar o uso do celular ao dirigir e fazer revisões regulares no veículo.

O que acontece com a CNH quando ela é suspensa?

Ao entender o que são pontos na CNH, é importante entender o que acontece com a CNH quando ela é suspensa, o motorista perde temporariamente o direito de dirigir por um período determinado pelo órgão de trânsito, conforme a gravidade das infrações cometidas.

Durante esse tempo, o condutor não pode conduzir nenhum tipo de veículo, mesmo que ele seja particular ou utilizado para trabalho. Afinal, a suspensão é uma penalidade administrativa aplicada pelo Detran do estado onde ocorreu a infração, e não se trata da perda definitiva da habilitação, mas sim de uma pausa obrigatória para reeducação.

Quando o Detran instaura o processo de suspensão, ele notifica o motorista, que pode apresentar defesa. Se confirmar a penalidade, o motorista deve entregar sua CNH ao órgão e cumprir o período de suspensão.

Além disso, deve obrigatoriamente realizar um curso de reciclagem, que aborda temas como legislação de trânsito, direção defensiva, primeiros socorros e relacionamento interpessoal.

Somente após o cumprimento do prazo e aprovação no curso, o motorista poderá solicitar a devolução da sua carteira.

Conduzir durante a suspensão configura uma infração gravíssima e pode levar à cassação da CNH. Ou seja, significa que o condutor perderá o documento e só poderá tirar uma nova habilitação após dois anos.

Quanto tempo a CNH fica suspensa por excesso de pontos?

O período de suspensão da CNH depende do histórico do condutor e do tipo de infrações cometidas. Para infrações leves, médias ou graves, o tempo de suspensão pode variar entre seis meses e um ano.

Já para os casos mais graves ou em caso de reincidência, o prazo pode ir de oito meses a dois anos.

Desse modo, durante o período de suspensão, o condutor não pode dirigir e precisa cumprir a penalidade imposta para reaver o direito de conduzir, o que inclui, na maioria dos casos, o curso de reciclagem.

Faça a sua simulação agora grátis!

Evite surpresas e mantenha sua habilitação em dia. Consultar sua pontuação é simples, seguro e pode ser feito online. Na Consultas Prime, você consegue simular quantos pontos pode ter acumulado na sua CNH de forma rápida e gratuita.

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Pontos na CNH expiram? Entenda quando isso acontece!

Pontos na CNH expiram com o tempo, mas nem todo motorista sabe exatamente quando isso ocorre ou como funciona esse sistema. A dúvida é comum, se levei uma multa há dois anos, ela ainda conta na minha pontuação? E se acumulei muitas infrações em meses diferentes, todas somam no mesmo período?

Entender como os pontos funcionam e, principalmente, quando eles deixam de impactar sua carteira de habilitação é essencial para evitar a suspensão do direito de dirigir.

O sistema de pontuação foi criado como uma forma educativa de penalização. Ele não só pune infrações, mas também ajuda a monitorar o comportamento do condutor ao longo do tempo. Porém, diferente do que muitos pensam, a pontuação não é acumulativa de forma indefinida. Existe sim uma “data de validade” para cada ponto somado à sua CNH.

Pensando nisso, separamos um guia completo para esclarecer tudo sobre esse tema, o que são os pontos, o que os gera, quando os pontos na CNH expiram, se é necessário realizar algum procedimento para que sejam retirados.

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O que são pontos na CNH?

Os pontos na CNH representam um sistema de controle e penalidade utilizado pelos órgãos de trânsito para avaliar a conduta do motorista. A cada infração cometida, o condutor recebe um número de pontos que varia conforme a gravidade da ocorrência, podendo ser leve, média, grave ou gravíssima.

Esses pontos não são aleatórios. Eles seguem uma tabela definida pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e têm como objetivo criar um histórico comportamental do condutor.

Além disso, quando alguém ultrapassa o limite de pontos permitidos no período de 12 meses, pode ter a CNH suspensa, mesmo sem ter cometido uma infração gravíssima.

Ao somar pontos, o motorista deve ficar atento. Acumular muitas infrações em um curto período demonstra desrespeito às regras de trânsito, colocando em risco não só a própria segurança, mas também a dos demais.

Por isso, monitorar a pontuação e entender se os pontos na CNH expiram é tão importante quanto evitar as infrações.

O que gera pontos na CNH?

Praticamente todas as infrações de trânsito geram pontos na CNH. Ou seja, estacionar em local proibido, ultrapassar sinal vermelho, falar ao celular enquanto dirige, excesso de velocidade e não uso do cinto de segurança são apenas alguns exemplos. Desse modo, cada uma delas, conforme sua gravidade, gera de 3 a 7 pontos.

Infrações leves geram 3 pontos, médias, 4, graves, 5 e gravíssimas, 7 pontos. Dessa forma, as pontuações são somadas ao registro do condutor no momento em que a infração é confirmada, seja por agente de trânsito ou por equipamento eletrônico.

Esses pontos têm peso no histórico do motorista e também no valor do seguro, na possibilidade de suspensão da habilitação e até mesmo na obtenção de empregos que exigem CNH ativa. Por isso, saber quais atitudes resultam em pontos e como se comportar de forma preventiva é o primeiro passo para evitar surpresas desagradáveis.

Agora, o que muitos motoristas querem saber é se esses pontos somados permanecem para sempre? Ou os pontos na CNH expiram?

Pontos na CNH expiram?

Sim, pontos na CNH expiram. Eles não permanecem de forma permanente no histórico do condutor. Cada ponto tem uma validade de 12 meses, contados a partir da data da infração e não da data do pagamento da multa, como muitos pensam.

Isso significa que, se você cometeu uma infração em março de 2023, os pontos referentes a ela deixarão de contar no seu total em março de 2024.

Mas atenção, cada infração tem seu prazo individual de validade. Ou seja, as datas não se somam ou se anulam entre si. Cada uma tem seu próprio ciclo de 12 meses.

Esse detalhe é fundamental para quem quer acompanhar a evolução da pontuação. Às vezes, um motorista acha que está prestes a ter a CNH suspensa porque somou muitas infrações ao longo de um ano e meio. No entanto, ao verificar, algumas infrações já não estão mais válidas, pois expiraram.

Não sabe quantos pontos tem na sua CNH? Então, faça uma simulação gratuita e entenda quantos pontos você pode ter der acordo com cada tipo de infração.

Quando os pontos na CNH expiram?

Os pontos na CNH expiram exatamente 12 meses após a data em que a infração foi cometida. Se você foi flagrado cometendo uma infração no dia 15 de agosto, por exemplo, os pontos dessa multa sairão do seu histórico no mesmo dia do ano seguinte, 15 de agosto, independentemente da data de notificação ou pagamento.

É por isso que o acompanhamento individual de cada infração é tão importante. É comum motoristas acharem que os pontos ainda estão válidos porque receberam a notificação depois de alguns meses, quando na verdade o ciclo de validade já está próximo do fim.

Outra situação importante é que, mesmo que os pontos expirem, o registro da infração pode continuar visível em sistemas de consulta.

No entanto, eles não são mais somados para fins de suspensão de CNH após esse prazo. Desse modo, saber esse detalhe ajuda a evitar decisões precipitadas, como recorrer de infrações já perto do vencimento.

É necessário fazer algo ou expira de forma automática?

A boa notícia é que os pontos na CNH expiram de forma automática. Ou seja, o condutor não precisa fazer nenhum tipo de solicitação para que os pontos deixem de ser contabilizados. Afinal, o sistema do Detran já possui mecanismos que realizam esse controle com base nas datas das infrações.

No entanto, é importante ressaltar que o sistema pode não estar visível de forma clara para o cidadão em todas as plataformas. Acompanhar de forma ativa, fazendo consultas regulares na sua CDT e simulando a pontuação, é sempre uma atitude prudente.

Além disso, vale lembrar que o fato de os pontos expirarem não anula o histórico do condutor. Em determinados processos, como renovação de CNH ou análise para obtenção de carteira profissional, o órgão de trânsito pode verificar o comportamento do condutor nos últimos anos.

Sendo assim, podemos ressaltar que os pontosos da CNH expiram sozinhos, ou seja, sem ser necessário fazer solicitações ou algo parecido. No entanto, o cuidado com a direção segura e consciente precisa ser permanente. Afinal, a sua vida vale muito mais, não é mesmo?

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Corolla 2015 tabela FIPE: Consulte grátis!

Corolla 2015 tabela FIPE é uma das buscas mais populares entre quem quer comprar ou vender esse modelo da Toyota. E não é por acaso. O Corolla é um dos sedãs médios mais desejados do mercado de usados, conhecido por sua durabilidade, economia e bom valor de revenda.

A versão 2015, em especial, combina design renovado, tecnologia e conforto, com preços ainda acessíveis. Mas, antes de fechar qualquer negócio, é essencial consultar a Tabela FIPE para saber se o valor pedido está justo.

A Tabela FIPE é a principal referência de preço de veículos no Brasil. Ela reúne dados atualizados sobre os valores médios de compra e venda de carros, caminhões e motos. No caso do Corolla 2015, essa consulta gratuita pode ajudar tanto quem quer vender quanto quem está prestes a comprar. Saber o valor correto evita prejuízos e garante negociações mais seguras.

Pensando nisso, separamos um conteúdo completo sobre o Corolla 2015 tabela FIPE e como você pode fazer uma consulta grátis com mais praticidade.

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O que é tabela FIPE?

A tabela FIPE é um índice de preços desenvolvido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. Ela calcula mensalmente o valor médio de mercado de veículos novos e usados em circulação no Brasil, com base nos preços de compra e venda registrados em todo o país.

Ou seja, é uma média nacional que serve de base para diversas finalidades, como negociações, cálculos de seguro, financiamento, indenizações e pagamento de impostos.

Além disso, ela é amplamente utilizada por lojistas, compradores, seguradoras, financeiras e órgãos públicos, tornando-se um padrão confiável. No caso do Corolla 2015 tabela FIPE ajuda a identificar qual é o preço justo para cada versão, considerando suas características e condições gerais.

A tabela FIPE apresenta os valores conforme o ano, marca, modelo, combustível e motorização.

Por isso, consultar o carro correto exige atenção aos detalhes. Saber o valor FIPE de um Corolla 2015, por exemplo, pode evitar que você pague acima da média ou venda por um valor muito abaixo do ideal.

Por que consultar a tabela FIPE é tão importante?

Consultar a tabela FIPE é fundamental para qualquer negociação de veículo. Ela funciona como um termômetro do mercado e evita que vendedores superfaturem ou que compradores aceitem pagar mais do que deveriam. É também uma ferramenta de comparação entre modelos, ajudando o consumidor a decidir qual opção oferece melhor custo-benefício.

No caso do Corolla 2015 tabela FIPE mostra quanto o modelo realmente vale hoje no mercado, independentemente da emoção ou da pressa de quem está negociando.

Além disso, a tabela ajuda a argumentar na hora da negociação, se o carro está muito acima da média, você tem base para pedir desconto. Se está abaixo, pode ser sinal de problemas escondidos.

A FIPE também é usada para cálculo de impostos, como o IPVA, e de seguros, pois define o valor de mercado em caso de perda total ou roubo. Sendo assim, para quem está financiando ou vendendo, a tabela garante transparência.

Quando você deve consultar a tabela FIPE?

A consulta da tabela FIPE deve ser feita sempre que houver a intenção de comprar, vender, trocar, financiar ou segurar um veículo. Afinal, é uma etapa essencial antes de qualquer decisão financeira relacionada a automóveis. Também vale a pena consultar periodicamente, mesmo que você já tenha o carro, para acompanhar a valorização ou desvalorização do modelo.

Para o Corolla 2015 tabela FIPE é especialmente útil para quem está vendendo um carro bem conservado e quer ter ideia do quanto ele ainda vale. Da mesma forma, quem está comprando precisa saber se o valor pedido está dentro do padrão.

Além disso, é importante consultar a tabela quando for pagar IPVA, pois o valor do imposto é calculado com base nela. Na hora de renovar o seguro, a tabela FIPE serve como base para definir o valor da cobertura total.

Seja para compra ou venda, consulta de impostos ou comparação entre modelos, a regra é clara, sempre que houver transação ou planejamento envolvendo veículos, a tabela FIPE deve ser seu primeiro passo.

Quanto custa o Corolla 2015 tabela FIPE?

Os preços do Corolla 2015 tabela FIPE variam conforme a versão, a motorização e o tipo de câmbio. Veja abaixo os valores aproximados mais recentes:

  • Corolla GLi 1.8 Flex 16V Manual: R$ 75.916,00
  • Corolla GLi 1.8 Flex 16V Automático (CVT): R$ 77.781,00
  • Corolla XEi 2.0 Flex 16V Automático: R$ 84.011,00
  • Corolla Altis 2.0 Flex 16V Automático: R$ 88.164,00

Esses valores servem como referência e são atualizados mensalmente. Ou seja, eles representam a média nacional e podem variar um pouco dependendo da região, da cor do veículo, da quilometragem e dos opcionais instalados.

Por isso, é importante lembrar que a tabela FIPE não considera o estado de conservação individual do carro. Portanto, outros fatores como histórico de manutenção, número de donos, presença de sinistros ou revisões em dia também influenciam no preço final.

Quais são os benefícios de se basear na tabela?

Utilizar a tabela FIPE como base nas negociações de veículos oferece diversos benefícios. Primeiro, ela traz transparência para a compra e venda.

Quando ambas as partes conhecem o valor médio de mercado, a conversa flui com mais clareza e menos desconfiança. Afinal, ela ajuda a identificar oportunidades, como por exemplo, um carro muito abaixo da FIPE pode parecer um bom negócio, mas também pode esconder problemas.

Outro benefício é a segurança jurídica. Como a tabela é usada por seguradoras, financeiras e órgãos públicos, ela serve como referência sólida para contratos, cálculos de indenizações, valores de garantia e impostos. Desse modo, basear-se nela reduz o risco de disputas e facilita acordos.

Além disso, a tabela FIPE ajuda a avaliar a valorização ou desvalorização do seu veículo ao longo do tempo. Isso é fundamental para quem pensa em revender ou trocar.

Para quem deseja adquirir um Corolla 2015, consultar a tabela mostra se o valor está justo e qual versão oferece o melhor equilíbrio entre preço, conforto e recursos.

No fim das contas, consultar a FIPE é uma forma simples e gratuita de negociar com inteligência.

Corolla 2015 tabela FIPE, consulte grátis!

Se você está pensando em comprar ou vender um Corolla 2015, a primeira coisa que deve fazer é consultar a tabela FIPE. E o melhor, esse serviço é gratuito.

Em poucos cliques, você acessa os valores atualizados e sabe exatamente quanto vale cada versão do modelo, de forma segura e confiável.

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Mas ir além da tabela também é fundamental. É possível que um carro esteja com preço dentro da média, mas esconda problemas no histórico, como sinistro, financiamento ativo, débitos ou até adulterações. Por isso, além da FIPE, é fundamental consultar o histórico completo do veículo.

Na Consultas Prime, você faz isso com rapidez e segurança. Basta ter a placa do veículo ou o número do Renavam. Em instantes, você tem acesso a informações detalhadas sobre débitos, multas, sinistros, roubo e furto, passagem por leilão, gravames e muito mais.

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Carro recuperado de financiamento consta no documento?

Carro recuperado de financiamento consta no documento? Essa é uma das principais dúvidas de quem está prestes a comprar um veículo usado, principalmente quando o preço parece “bom demais para ser verdade”. Em geral, veículos recuperados são aqueles retomados pelas instituições financeiras após inadimplência do comprador.

Eles são revendidos em plataformas específicas, leilões ou até em sites comuns, com valores abaixo da média de mercado. Mas será que essa condição fica registrada oficialmente no documento do veículo? Para entender com mais detalhes sobre esse tipo de veículo, acompanhe o conteúdo completo.

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Por que carro é recuperado de financiamento?

A situação de um carro recuperado de financiamento acontece quando o antigo comprador deixa de pagar as parcelas do financiamento do veículo.

O contrato de financiamento funciona por meio da alienação fiduciária, ou seja, o banco é o verdadeiro dono do carro até que o cliente quite a dívida. Enquanto o pagamento está em dia, o carro permanece com o consumidor. No entanto, se houver inadimplência por um período determinado, o banco tem direito de retomar o bem.

Esse processo pode ocorrer de forma amigável, quando o próprio consumidor devolve o carro por não conseguir manter as parcelas, mas também pode ser judicial, quando o banco entra com ação de busca e apreensão.

Em ambos os casos, o veículo é chamado de “recuperado” porque foi retomado pela instituição financeira.

Depois disso, o banco coloca o carro à venda para recuperar parte do valor perdido. Esses veículos são frequentemente encontrados em leilões ou vendidos com preços mais baixos que o mercado.

Afinal, é uma estratégia para acelerar a negociação e minimizar o prejuízo da financeira. Por isso, é comum que compradores interessados em economia se perguntem se um carro recuperado de financiamento consta no documento e quais os impactos disso.

Como funcionam carros recuperados de financiamento?

Carro recuperado de financiamento é um veículo que passa por processo de retomada por parte do banco ou financeira, em função da inadimplência do comprador.

Após a retomada, essas instituições vendem os carros por meio de leilões, plataformas próprias ou revendas autorizadas. O valor costuma ser atrativo, geralmente abaixo da tabela FIPE, o que chama atenção de quem busca uma oportunidade.

Esses veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantia e, muitas vezes, sem direito a vistoria prévia, principalmente em leilões.

Por isso, é essencial que o comprador avalie muito bem o histórico, as condições mecânicas e a regularidade dos documentos. Em alguns casos, é possível encontrar carros em ótimo estado, especialmente quando a apreensão aconteceu pouco tempo após a compra. No entanto, existe também casos em que o carro foi mal conservado ou adulterado.

Além disso, é comum que compradores perguntem se o carro recuperado de financiamento consta no documento oficial. Afinal, essa informação pode influenciar na decisão de compra, na contratação de seguro ou até mesmo na futura revenda.

Saber como funciona o processo e o que fica registrado é fundamental para uma compra segura.

O que significa dizer que um carro é recuperado?

Dizer que um carro é recuperado, significa que ele foi devolvido ou retomado pela instituição financeira que o financiou. Isso ocorre porque, nos contratos de financiamento com alienação fiduciária, o bem fica vinculado ao banco até que a dívida seja totalmente paga.

Se o consumidor não consegue manter os pagamentos em dia, o banco pode solicitar judicialmente a devolução do carro ou receber a devolução amigável.

Diferente de um carro sinistrado ou com passagem por leilão por perda total, o carro recuperado de financiamento não necessariamente sofreu nenhum dano físico ou estrutural.

Desse modo, o termo “recuperado” está relacionado à posse, e não à condição do veículo. Em muitos casos, o carro está em perfeito estado e teve pouco uso, mas, por ter sido alvo de ação judicial ou leilão, acaba sendo vendido com preços inferiores.

Essa situação levanta a dúvida, um carro recuperado de financiamento consta no documento?

Isso é importante porque, se constar, pode interferir diretamente na valorização do veículo, na contratação de seguro e na percepção de valor por parte de compradores futuros. Por isso, é essencial conhecer o histórico antes de fechar negócio.

Carro recuperado de financiamento consta no documento?

A resposta direta é, não necessariamente. Um carro recuperado de financiamento não consta no documento padrão do veículo, como o CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo), a não ser que tenha passado por um leilão público.

Quando isso acontece, a informação “veículo com passagem por leilão” pode ser incluída no histórico, dependendo do estado e da forma de comercialização. No entanto, se o carro foi devolvido de forma amigável e vendido diretamente por uma financeira, essa informação não é obrigatoriamente registrada.

Por isso, confiar apenas no documento do carro pode ser arriscado. A informação sobre a recuperação pode estar nos registros internos da financeira ou em sistemas de consulta veicular especializados, mas não visível no CRLV.

Ou seja, um carro pode parecer “limpo” no papel, mas ter um histórico de busca e apreensão.

E esse detalhe faz toda a diferença. Quem está prestes a comprar precisa ir além da aparência e do documento físico. Saber se um carro recuperado de financiamento consta no documento é só parte da análise.

Para garantir uma compra segura, a melhor escolha é consultar o histórico completo do veículo antes de tomar qualquer decisão.

É seguro comprar carros recuperados de financiamento?

Depende, comprar um carro recuperado de financiamento pode ser uma boa oportunidade se o comprador tiver acesso a todas as informações e fizer uma avaliação criteriosa.

Por serem vendidos com preços mais baixos, esses veículos podem representar economia significativa. No entanto, o risco também é maior.

Muitos desses carros são vendidos no estado em que se encontram, sem garantia ou histórico completo. Além disso, se o carro passou por leilão, há chances de ele ter ficado parado por muito tempo, sem manutenção, ou ter sido utilizado indevidamente.

Além disso, nem sempre o novo comprador sabe se o carro recuperado de financiamento consta no documento, o que pode trazer problemas no futuro, especialmente na hora de revendê-lo.

Outro ponto de atenção é o seguro. Algumas seguradoras aplicam restrições ou cobram mais caro por veículos com histórico de recuperação. Isso acontece porque o risco de sinistro ou perda de valor é considerado maior.

Por isso, antes de fechar qualquer negócio, o ideal é consultar o histórico completo do carro. Desse modo, se tudo estiver em ordem e o preço compensar, pode ser sim uma compra segura. No entanto, se houver dúvidas ou desconfiança, o melhor é procurar outra opção.

Antes de comprar, consulte com segurança na Consultas Prime

Se você está prestes a comprar um veículo usado e quer saber se o carro recuperado de financiamento consta no documento ou no histórico, conte com a Consultas Prime.

Aqui você encontra uma plataforma completa e confiável para consultar placas e Renavam, com acesso a informações detalhadas sobre:

  • Passagem por leilão
  • Histórico de financiamento e gravame
  • Sinistros e apreensões
  • Multas, débitos e bloqueios
  • Licenciamento e IPVA

Com poucos cliques, você descobre tudo o que precisa saber sobre o veículo antes de tomar uma decisão.

Não corra riscos, não compre no escuro, acesse Consultas Prime e faça sua consulta com segurança, rapidez e confiança.

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Apreensão de veículo: entenda como funciona e se fica registrado

Apreensão de veículo foi o que mudou completamente a vida do Fábio, um personagem fictício, mas uma situação que acontece diariamente. Autônomo, entregador por aplicativo e pai de dois filhos pequenos, ele usava seu carro não apenas como meio de transporte, mas como fonte de renda.

Em uma manhã de segunda-feira, enquanto levava os filhos à escola antes de iniciar as entregas do dia, ele foi parado em uma blitz. Documentos solicitados, um breve olhar dos agentes e, em poucos minutos, o carro estava sendo guinchado.

Fábio não entendeu nada. Disse que tinha pago o IPVA, que o carro era seu, que não havia cometido nenhuma infração grave. Mas o policial explicou que havia um problema no licenciamento e que, infelizmente, seria necessário realizar a apreensão.

Com a voz trêmula, ele pediu explicações, queria saber se perderia o carro de vez, se teria como resolver, ou se aquilo ficaria registrado para sempre e até se isso prejudicaria uma futura venda.

A vida dele parou ali. E para saber os próximos capítulos desta história, acompanhe a seguir o artigo completo sobre apreensão de veículo.

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O que significa apreensão de veículo?

A apreensão de veículo ocorre quando o poder público, por meio de uma autoridade de trânsito, retira o veículo da posse do condutor por descumprimento de alguma obrigação legal.

Isso não significa que o carro será perdido de forma definitiva, mas sim que ele ficará sob custódia do Estado até que o proprietário regularize a situação. A medida é aplicada em casos específicos e precisa ser devidamente justificada, respeitando os direitos do cidadão.

No entanto, é importante ressaltar que a apreensão é diferente da remoção ou retenção, embora os três termos sejam confundidos frequentemente. Afinal, quando um carro é apreendido, o condutor perde temporariamente o direito de utilizá-lo, e ele é levado para um pátio autorizado.

A restituição só ocorre após o cumprimento das exigências legais e o pagamento das taxas devidas.

Além disso, é importante destacar que a apreensão não está relacionada a um confisco permanente. Ou seja, o veículo permanece sendo do proprietário, mas sob controle do Estado até que as pendências sejam resolvidas.

Assim, quando falamos em apreensão, estamos falando de uma ação corretiva, e não de punição definitiva. Sendo assim, a intenção da lei é forçar a regularização, não causar a perda irreversível do bem.

Como funciona?

O processo de apreensão de veículo é formal, burocrático e segue etapas determinadas pela legislação.

Tudo começa quando uma autoridade de trânsito identifica alguma irregularidade que justifique a apreensão. Isso pode acontecer durante uma abordagem de rotina, como uma blitz, ou mesmo por meio de fiscalização eletrônica que acione os agentes.

Uma vez identificado o problema, a autoridade lavra o auto de infração e ordena a apreensão. Desse modo, o carro é guinchado para um pátio credenciado pelo Detran ou prefeitura local.

Ali, ele fica guardado até que o proprietário resolva as pendências. No entanto, durante esse tempo, o responsável pelo veículo continua a acumular despesas, como taxas diárias de permanência, custos com o guincho e possíveis multas adicionais.

Para liberar o veículo, o proprietário precisa apresentar a documentação correta, quitar as dívidas pendentes, como IPVA, multas e licenciamento e pagar os custos do pátio.

Só após cumprir todos esses requisitos o carro é liberado. É importante lembrar que a apreensão precisa estar bem fundamentada. Caso contrário, o cidadão pode contestar a medida judicialmente. Transparência e legalidade são obrigatórias nesse processo.

Quando acontece a apreensão de veículo?

A apreensão de veículo ocorre em situações específicas previstas no Código de Trânsito Brasileiro. Uma das mais comuns está relacionada à documentação irregular.

Afinal, veículos que circulam sem licenciamento válido, por exemplo, estão sujeitos à apreensão imediata. Outro motivo frequente é a constatação de alterações ilegais no carro, como rebaixamento sem autorização, escapamentos irregulares ou modificações não registradas no documento.

Apreensões também podem ocorrer em casos de crimes, como roubo, tráfico de drogas ou uso do carro em ações ilícitas.

Nesse cenário, o veículo é apreendido como prova e pode permanecer sob custódia até o fim do processo judicial. Outro fator é a inadimplência grave em contratos de financiamento, nesses casos, a instituição financeira pode entrar com ação de busca e apreensão para retomar o bem.

Por fim, existe também casos em que o carro é apreendido por questões administrativas, como transporte clandestino de passageiros.

Em todos os cenários, a apreensão exige justificativa legal e acompanhamento de documentos formais. Além disso, o cidadão sempre deve ser informado sobre o motivo e os procedimentos para regularizar a situação.

Apreensão, remoção e retenção, qual a diferença?

Muita gente confunde os termos apreensão de veículo, remoção e retenção, mas eles têm significados e consequências diferentes.

Entender essas distinções é fundamental para saber exatamente o que está acontecendo em uma abordagem de trânsito e quais são os seus direitos.

A apreensão é, entre os três, a medida mais severa, pois retira o veículo do condutor e o mantém em poder do Estado até a regularização.

A remoção, por sua vez, acontece quando o carro está em local proibido ou representa risco à segurança.

Por exemplo, se o veículo está estacionado em frente a uma garagem ou em local com placa de proibição, ele pode ser removido. Ou seja, levado ao pátio, mas não necessariamente será apreendido. Além disso, após pagar a multa e a taxa de remoção, o condutor pode reavê-lo rapidamente, desde que apresente os documentos.

Já a retenção é temporária e acontece no local da abordagem. Afinal, ela serve para que o condutor resolva a irregularidade imediatamente.

Um exemplo clássico é a falta de cinto de segurança ou farol queimado. Corrigido o problema, o veículo é liberado. Portanto, apreensão envolve mais burocracia e penalidade que os outros dois casos.

O que diz a nova lei sobre apreensão de veículo?

Nos últimos anos, mudanças importantes aconteceram em relação à apreensão de veículo, o que deixou muitos motoristas confusos. Antes, o Código de Trânsito previa a apreensão como uma das penalidades aplicáveis a diversas infrações.

No entanto, a Lei nº 13.281/2016 modificou o artigo 256, retirando a apreensão de como penalidade administrativa autônoma. Isso não quer dizer que o carro não pode mais ser apreendido, mas sim que a apreensão deixou de ser uma pena formal prevista isoladamente.

Além disso, em 2021, uma nova medida proibiu a apreensão de veículos apenas por atraso no pagamento do IPVA, reforçando que a inadimplência de tributos estaduais não pode resultar diretamente nessa ação.

Isso foi um avanço para proteger os cidadãos de abusos, principalmente aqueles em situação financeira delicada.

Ainda assim, a apreensão pode ocorrer por outras razões, como licenciamento vencido, uso indevido do veículo, adulterações ou infrações mais graves.

Ou seja, a nova legislação reduziu a possibilidade de apreensão arbitrária, mas não extinguiu totalmente essa medida. Por isso, entender essas mudanças é essencial para saber quando a autoridade pode ou não agir dessa forma e quais são os limites legais.

Em quais situações o seu veículo pode ser apreendido?

Mesmo com as alterações na legislação, ainda existem situações em que a apreensão de veículo é perfeitamente válida e legal. A mais comum continua sendo a falta de licenciamento.

Um carro que circula sem estar devidamente licenciado representa um risco administrativo e, por isso, pode ser apreendido em uma fiscalização. Outro motivo recorrente é a constatação de adulterações, como numeração de chassi ilegível ou motor trocado sem registro.

Carros que apresentam problemas de segurança, como pneus carecas, sistema de freio comprometido ou estrutura danificada, também estão sujeitos à apreensão, principalmente se não puderem ser liberados com correção imediata.

Além disso, veículos envolvidos em transporte clandestino, uso comercial irregular ou que tenham pendências judiciais, como disputas por propriedade, podem ser recolhidos.

A participação em crimes também justifica a medida. Afinal, se o carro for flagrado em ações ilegais, como transporte de drogas ou roubo, a polícia pode fazer a apreensão como parte da investigação.

Em todos esses casos, o que define a legalidade da apreensão é a justificativa e o cumprimento das regras previstas em lei. Não se trata de punição arbitrária, mas sim de uma resposta a irregularidades sérias.

O que é necessário para liberar?

Se o seu carro foi alvo de apreensão de veículo, o primeiro passo é manter a calma e buscar entender o motivo.

Com o auto de infração em mãos, verifique quais pendências precisam ser regularizadas. Em geral, a liberação exige que o proprietário quite todas as dívidas vinculadas ao veículo, isso inclui multas, IPVA, taxa de licenciamento e, claro, os custos gerados pela própria apreensão, como guincho e diárias do pátio.

Além disso, será necessário apresentar a documentação correta. Isso inclui CNH válida, CRLV atualizado e, em alguns casos, comprovantes adicionais, como o laudo de vistoria veicular.

Se o motivo da apreensão estiver relacionado a alteração não autorizada, pode ser necessário reverter a modificação ou legalizá-la no Detran.

É importante lembrar que, enquanto o veículo estiver no pátio, ele continua gerando despesas. Por isso, agir rápido reduz os custos totais. Também vale dizer que, se o proprietário não regularizar a situação em um determinado período, que varia conforme o estado, o carro pode ir a leilão.

A apreensão, portanto, não é apenas um transtorno momentâneo, mas também um risco de perda financeira e patrimonial.

Como é feita a liberação do veículo?

Após a apreensão de veículo, a liberação acontece em etapas, e cada uma delas exige atenção e organização por parte do proprietário.

O primeiro passo é consultar o auto de infração e entender exatamente qual foi o motivo da apreensão.

Com isso em mãos, o condutor pode reunir a documentação necessária, que inclui identidade, CNH válida, comprovante de propriedade do veículo, o CRLV ou CRV, além de comprovantes de pagamento de multas, IPVA, licenciamento e as taxas do pátio e guincho.

Na maioria dos estados, é possível iniciar o processo de regularização de forma online. Alguns Detrans oferecem agendamento para vistoria e liberação, outros exigem comparecimento presencial com os comprovantes em mãos.

Em casos mais complexos, como alterações ilegais ou disputas judiciais, pode ser necessário apresentar laudos técnicos ou decisões do juiz.

Após a análise dos documentos e o pagamento de todas as pendências, o órgão de trânsito emite a autorização para retirada do carro do pátio. Essa liberação deve ser feita no horário de funcionamento do local, e é importante levar todos os comprovantes originais.

Além disso, é válido ressaltar que a apreensão de veículo só termina, de fato, quando o carro está fora do pátio e com a situação 100% regularizada.

O veículo fica registrado que já foi apreendido?

Sim, na maioria dos casos, a apreensão de veículo deixa um rastro no histórico do automóvel.

Isso não significa que o carro será automaticamente desvalorizado ou que ficará com uma marca negativa definitiva, mas sim que o fato constará nos registros internos dos órgãos de trânsito e pode aparecer em consultas veiculares mais detalhadas.

Especialmente em sistemas especializados, como os da Consultas Prime, essa informação pode ser visualizada por compradores e vendedores.

Esse tipo de registro serve para transparência e controle, já que a apreensão pode ter ocorrido por questões técnicas ou legais relevantes.

Na hora da revenda, por exemplo, o histórico de apreensão pode gerar desconfiança ou exigir explicações adicionais. Por isso, quem já passou por essa situação deve manter todos os documentos que comprovem a regularização, pois isso ajuda a valorizar novamente o bem.

Apesar disso, a apreensão não é, por si só, uma condenação definitiva do carro. Afinal, se ele foi recuperado, está com a documentação em dia e passou pelas vistorias exigidas, continua sendo um veículo apto para circular e ser vendido. Sendo assim, a questão é sempre a transparência na negociação e o acesso a informações completas.

Antes de comprar, consulte com segurança na Consultas Prime

Se você está pensando em comprar um carro usado, lembre-se, a aparência não é tudo. O veículo pode parecer impecável por fora, mas esconder um histórico de multas, débitos e até apreensão de veículo.

Para evitar dores de cabeça e prejuízos, o melhor caminho é consultar o histórico completo antes de fechar qualquer negócio.

Na Consultas Prime, você encontra uma plataforma segura, prática e confiável para realizar esse tipo de verificação. Com apenas alguns dados, você pode acessar informações sobre sinistros, leilões, gravames, multas, licenciamento, IPVA, e claro, registros de apreensão. Tudo isso em poucos minutos, direto do seu celular ou computador.

Antes de investir seu dinheiro em um carro que pode trazer surpresas, consulte com quem entende do assunto. Segurança é prioridade, e a informação é sua melhor proteção.

Consulte, avalie e decida com inteligência. Seu próximo veículo merece essa atenção, conte com a Consultas Prime para essa consulta.

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Como funciona o licenciamento digital e onde fazer?

Licenciamento digital é a versão moderna e prática de um processo obrigatório para todos os proprietários de veículos no Brasil. A tecnologia trouxe agilidade para a vida do motorista, e o que antes exigia idas ao Detran, filas e papéis, hoje pode ser feito com poucos cliques. Essa mudança representa uma evolução importante na forma como lidamos com os documentos do veículo e simplifica a rotina de quem busca regularidade sem perder tempo.

Com o licenciamento feito de forma digital, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) pode ser emitido, acessado e apresentado totalmente no formato eletrônico.

Se você tem dúvidas sobre como funciona o licenciamento digital, por que ele é importante, quando deve ser feito e onde realizar esse processo com segurança, este conteúdo vai te ajudar.

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O que significa licenciamento digital?

O licenciamento digital é a forma eletrônica de emitir o documento de licenciamento anual do veículo, substituindo o antigo CRLV em papel. Após o pagamento das taxas obrigatórias e quitação de todos os débitos do veículo, como IPVA, multas e seguro DPVAT, o proprietário pode acessar o documento pelo celular ou imprimir em casa, se preferir.

Isso elimina a necessidade de comparecer ao Detran ou a despachantes para retirar o documento.

Esse novo formato passou a ser aceito oficialmente em todo o Brasil, e sua validade é a mesma da versão física.

O motorista pode salvar o documento digital no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), disponível para Android e iOS, ou acessá-lo diretamente pelo portal do Detran ou Gov.br. O documento inclui um QR Code que permite verificar sua autenticidade durante fiscalizações.

Além de facilitar o acesso ao documento, o licenciamento digital ajuda a reduzir fraudes, perdas de papelada e atrasos no processo. Ele também permite que mais de uma pessoa (como o motorista e o proprietário do veículo) tenham acesso ao CRLV-e, tornando a gestão do veículo mais prática e segura. Sendo assim, a digitalização trouxe eficiência para um processo que antes era totalmente manual.

Por que fazer o licenciamento é tão importante?

O licenciamento digital não é apenas uma comodidade tecnológica, ele é um documento obrigatório e essencial para que o veículo circule legalmente pelas ruas e estradas brasileiras.

Sem o licenciamento, o motorista torna o veículo irregular e se expõe à multa, apreensão e remoção para o pátio. Além disso, comete uma infração gravíssima, perde sete pontos na CNH, paga multa e ainda arca com os custos de reboque e diárias.

Mais do que evitar penalidades, o licenciamento garante que o veículo está com todos os débitos em dia e apto para circulação. Além disso, protege o proprietário em situações de fiscalização, venda ou financiamento, já que a regularidade documental é requisito em todas essas ocasiões.

Desse modo, com o avanço da digitalização, o documento passou a ser ainda mais importante porque dá acesso rápido ao CRLV-e, o que facilita a apresentação em blitz, consultas e até compartilhamento entre condutores.

Por isso, deixar o licenciamento atrasar é assumir riscos desnecessários. A boa notícia é que agora, com a versão digital, é possível resolver tudo de forma prática, evitando transtornos e mantendo o veículo dentro da lei com poucos cliques.

Qual é o momento ideal para fazer o licenciamento?

O licenciamento digital deve ser feito todos os anos, respeitando o calendário de vencimento definido pelo Detran do estado onde o veículo está registrado.

Esse calendário varia conforme o número final da placa do carro e é divulgado anualmente. Por isso, é fundamental estar atento à data de vencimento para não correr o risco de rodar com o documento irregular.

O ideal é fazer o licenciamento assim que o sistema liberar o pagamento. Em muitos estados, é possível quitar a taxa a partir de janeiro, junto com o IPVA. Afinal, quanto antes você regularizar a situação, mais tranquilo estará durante o ano.

Deixar para a última hora pode gerar filas online, atrasos na liberação do CRLV-e ou até mesmo esquecimentos que levam a multas.

Além disso, vale lembrar que o licenciamento de forma digital só é liberado após o pagamento de todos os débitos vinculados ao veículo. Isso inclui IPVA, multas em aberto, taxa do licenciamento e, em alguns casos, o seguro DPVAT.

Por isso, acompanhar os vencimentos e manter os pagamentos em dia é fundamental para não comprometer sua regularização.

Como funciona o licenciamento digital?

O processo de licenciamento digital é simples e pode ser feito de forma 100% online. Tudo começa com a verificação dos débitos do veículo. Por isso, o proprietário precisa quitar IPVA, multas e a própria taxa de licenciamento.

Além disso, em alguns estados, também é necessário pagar o seguro DPVAT. Depois disso, o sistema do Detran libera automaticamente o acesso ao CRLV-e.

Com o pagamento confirmado, o documento fica disponível no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), no portal Gov.br ou no site do Detran. O usuário pode visualizar, baixar ou até imprimir o documento, que possui QR Code para validação durante fiscalizações.

Desse modo, o licenciamento feito de forma digital elimina filas, papéis e deslocamentos desnecessários. Além disso, é uma solução prática para quem busca agilidade e segurança. O documento digital tem a mesma validade jurídica da versão física e pode ser apresentado diretamente pelo celular aos agentes de trânsito.

O grande diferencial do sistema é a comodidade. Afinal, com alguns cliques, você mantém seu veículo em dia com a legislação, evita multas e garante que o carro está apto a circular. E com o avanço de serviços como a Consultas Prime, você ainda pode fazer todo o processo com mais segurança e tranquilidade.

Onde fazer o licenciamento digital com segurança?

Você pode fazer o licenciamento digital diretamente na Consultas Prime, que facilita todo o processo de licenciamento digital em um só lugar.

Na Consultas Prime, você consegue consultar os débitos do veículo, conferir multas, verificar a situação da documentação e, principalmente, realizar o licenciamento com rapidez e praticidade. É ideal para quem não quer lidar com filas, erros no sistema ou dúvidas sobre prazos e valores.

Além disso, a plataforma oferece um ambiente seguro, com proteção de dados e atendimento especializado. Você faz tudo de onde estiver, sem sair de casa, com poucos cliques e recebe o CRLV-e de forma rápida e confiável.

Se você quer garantir que seu veículo esteja totalmente regularizado e circular com tranquilidade, faça o licenciamento com quem entende do assunto.

Na Consultas Prime, você encontra a praticidade da tecnologia aliada à segurança que você precisa.

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Vale a pena comprar carros recuperados de financiamento?

Carros recuperados de financiamento são veículos que retornaram para o banco ou financeira após o não pagamento do contrato por parte do comprador original. Em vez de deixar o carro parado em um pátio ou acumulando prejuízos, a instituição credora opta por vender esse bem para recuperar parte do valor investido.

Essa prática é comum no mercado e costuma atrair compradores interessados em economizar, já que os preços geralmente estão abaixo da tabela FIPE. Mas será que esse tipo de negócio vale mesmo a pena?

Pensando nisso, separamos um guia completo, que você vai entender exatamente o que significa comprar carros recuperados de financiamento, como funcionam essas vendas, quem pode participar desse tipo de compra, por que os preços são mais baixos e quais são os cuidados necessários para evitar prejuízos.

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O que significa dizer que o carro é recuperado de financiamento?

Quando falamos em carros recuperados de financiamento, estamos nos referindo a veículos que foram devolvidos ao banco ou retomados judicialmente após o comprador original deixar de pagar o financiamento.

Em contratos com cláusula de alienação fiduciária, o bem fica em nome do credor até a quitação total. Ou seja, se a pessoa para de pagar, o banco pode buscar o carro de volta e vendê-lo para reaver parte do dinheiro emprestado.

Esse processo pode acontecer de forma amigável, quando o cliente entrega o carro voluntariamente ou por meio de ação judicial, quando há resistência.

Em ambos os casos, o carro volta para a posse do banco ou da financeira e, posteriormente, é colocado à venda, geralmente por meio de leilões ou plataformas especializadas.

O fato de ser um veículo retomado por falta de pagamento não significa necessariamente que ele tenha problemas mecânicos ou estruturais.

No entanto, como teve sua posse interrompida por inadimplência, ele passa a ser classificado como carro com histórico de financiamento não quitado.

Esse detalhe, embora administrativo, pode influenciar no preço e até na desvalorização do bem no mercado futuro.

Como saber se um carro é recuperado de financiamento?

Para saber se um carro é recuperado de financiamento, o primeiro passo é investigar o histórico do veículo com atenção.

Diferente de um carro comum, os veículos recuperados de financiamento passaram por um processo de retomada por parte do banco ou da financeira, geralmente por inadimplência do antigo proprietário.

Essa informação, no entanto, nem sempre é clara no momento da venda. Por isso, cabe ao comprador fazer uma verificação completa antes de fechar negócio.

O meio mais confiável para descobrir se o carro foi recuperado é realizar uma consulta de gravame, que indica se o veículo esteve ou ainda está alienado a uma instituição financeira.

Além disso, consultar o histórico completo do carro pode revelar se ele passou por leilão, o que é comum nesses casos.

Como é feita a venda de carros recuperados de financiamento?

A venda de carros recuperados de financiamento geralmente acontece por meio de leilões, organizados por leiloeiras parceiras das instituições financeiras.

Além disso, é comum que os próprios bancos ou financeiras disponibilizem plataformas exclusivas de venda direta, voltadas a pessoas físicas e jurídicas.

Em ambos os casos, os veículos são anunciados com fotos, descrição, localização e, às vezes, com laudos que indicam o estado geral do bem.

O processo costuma ser simples, o interessado se cadastra na plataforma, confere os editais dos leilões ou condições da venda direta, e pode dar lances ou fazer a compra à vista, conforme o modelo adotado.

Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, o que significa que não existe garantia ou cobertura caso apareçam problemas mecânicos após a compra.

Por isso, muitos compradores vão pessoalmente aos pátios para avaliar os carros antes de dar o lance ou fechar o negócio.

Também é importante lembrar que há taxas extras envolvidas, como comissão da leiloeira, taxas administrativas e custos de transferência. Ou seja, o valor final pode ficar acima do preço inicial apresentado. Por isso, planejamento e leitura cuidadosa do edital são essenciais.

Quem pode comprar carros recuperados de financiamento?

A boa notícia é que qualquer pessoa pode comprar carros recuperados de financiamento, desde que siga as exigências do leilão ou da plataforma de venda.

Não é preciso ter empresa ou cadastro especial, pessoas físicas com CPF regular, maiores de 18 anos, podem participar livremente.

O primeiro passo é se cadastrar no site da leiloeira ou do banco, apresentando documentos como RG, CPF, comprovante de residência e, em alguns casos, uma caução (depósito de garantia) para participar do leilão.

Empresas também costumam aproveitar essas oportunidades. Concessionárias, oficinas, frotistas e até empresas de aluguel de carros usam os leilões como forma de adquirir veículos mais baratos, fazer reparos e revendê-los com margem de lucro.

Isso acontece porque, muitas vezes, o valor abaixo da FIPE permite investimento em manutenção sem ultrapassar o preço de mercado.

Para o consumidor final, o segredo é se informar bem sobre os procedimentos, prazos e obrigações pós-compra. Não há impeditivos legais, mas é fundamental entender que a compra exige responsabilidade e que o carro não terá a garantia de uma concessionária tradicional. Sendo assim, o ideal é contar com ajuda técnica antes de finalizar a aquisição.

Por que eles são mais baratos?

Carros recuperados de financiamento geralmente custam bem menos do que veículos vendidos em lojas ou por particulares.

Essa diferença de valor pode chegar a 30% ou até mais em comparação com a tabela FIPE.

Mas por que isso acontece? A resposta está em dois fatores principais, a pressa dos bancos em recuperar parte do valor perdido e o estigma que recai sobre esse tipo de veículo.

Quando uma pessoa deixa de pagar o financiamento, o banco assume o prejuízo e precisa transformar aquele bem novamente em dinheiro o quanto antes.

Para isso, ele precisa tornar a oferta atrativa, e o caminho mais rápido é baixar o preço. Quanto mais rápido vender, menor o prejuízo da instituição.

Além disso, muitos compradores têm receio de adquirir um veículo com esse histórico, o que reduz a concorrência e também força os preços para baixo.

Outro ponto é que esses carros geralmente são vendidos no estado em que se encontram, sem garantia e sem revisão.

Desse modo, o risco é maior, e o preço reflete isso. Quem entende essa lógica e se prepara bem pode fazer um bom negócio, mas precisa entrar no processo ciente de que o custo menor envolve também responsabilidade maior na avaliação do carro.

Como funciona a desvalorização desse tipo de veículo?

A desvalorização de carros recuperados de financiamento costuma ser maior do que a dos veículos comprados diretamente em concessionárias ou de forma tradicional. Isso acontece por causa do histórico do bem.

Mesmo que ele esteja em boas condições mecânicas e visuais, o fato de ter sido retomado por inadimplência e vendido em leilão já o torna menos atrativo para futuros compradores.

Na hora da revenda, muitos compradores têm resistência ou desconfiança com esse tipo de carro. Eles pensam que podem estar adquirindo um veículo que passou por mau uso ou que não teve a devida manutenção enquanto esteve com o dono anterior.

E mesmo que isso não seja verdade, o simples histórico de leilão registrado nos documentos faz com que o valor de mercado fique abaixo do praticado para modelos com origem tradicional.

Além disso, seguradoras e financeiras também consideram esse histórico no momento de oferecer seguros ou aprovar novos financiamentos.

Em alguns casos, a aceitação é mais difícil, ou os custos são mais altos. Por isso, quem pensa em revender depois deve considerar esse fator.

Mas, para quem pretende usar o veículo por muitos anos, essa desvalorização pode não ser um problema tão relevante.

É confiável comprar carro recuperado de financiamento?

A resposta para essa pergunta é depende. Comprar carros recuperados de financiamento pode ser confiável, desde que o comprador tome todos os cuidados necessários antes de fechar o negócio.

Como esses veículos são vendidos no estado em que se encontram, a responsabilidade pela avaliação do bem é totalmente do comprador.

Não há garantias, nem possibilidade de troca por vícios ocultos. Por isso, a confiança no processo depende diretamente da cautela e da informação.

Se o veículo estiver com documentação regular, tiver sido bem cuidado pelo antigo dono e passar por uma inspeção mecânica satisfatória, pode ser uma excelente oportunidade.

No entanto, sem uma análise prévia, o barato pode sair caro. Há casos de carros com problemas estruturais sérios, quilometragem adulterada ou pendências judiciais que impedem a transferência.

Além disso, é importante verificar a reputação da leiloeira ou da plataforma de vendas, ler o edital com atenção e, se possível, visitar o pátio para ver o carro pessoalmente.

Um bom negócio depende de atenção aos detalhes. Porém, com preparo e responsabilidade, sim, é possível confiar e aproveitar as vantagens desse tipo de compra com tranquilidade.

Vale a pena comprar carros recuperados de financiamento?

A grande pergunta é vale mesmo a pena comprar carros recuperados de financiamento? A resposta depende do seu perfil de comprador, dos seus objetivos e do nível de risco que você está disposto a assumir. Para quem busca economia e está disposto a investir um pouco mais de tempo na pesquisa, sim, pode valer muito a pena.

Esses veículos costumam ser vendidos com valores atrativos, assim permitindo acesso a modelos melhores com um custo reduzido.

Por outro lado, esse tipo de compra exige atenção redobrada. Não há garantias, os veículos são vendidos no estado em que se encontram, e você assume o risco de precisar investir em reparos.

Além disso, é importante considerar a possível dificuldade na revenda e o preconceito que ainda existe em relação a carros de leilão ou com histórico de financiamento não quitado.

Como saber se um automóvel está financiado ou não?

Antes de fechar qualquer negócio, principalmente ao considerar carros recuperados, é essencial verificar se o veículo ainda possui vínculo com uma instituição financeira.

Esse vínculo é chamado de gravame, uma restrição que indica que o carro está alienado ao banco até o término do contrato de financiamento.

Você pode descobrir isso consultando o número do Renavam ou a placa do veículo. Essa verificação pode ser feita em sites na Consultas Prime. Em poucos cliques, você acessa não só a existência de gravame, mas também informações sobre débitos, multas, histórico de leilão, sinistros e muito mais.

Saber se um carro está financiado evita problemas na hora da transferência, possíveis bloqueios e prejuízos que poderiam ser evitados com uma simples consulta.

E mais, essa verificação é rápida, segura e pode ser feita diretamente do seu celular ou computador.

Por isso, nunca compre um veículo sem consultar sua situação legal. Afinal, a economia começa pela prevenção e garantir que não há pendências financeiras é o primeiro passo para uma compra segura.

Consulte com segurança na Consultas Prime

Se você está considerando comprar carros recuperados de financiamento, a Consultas Prime pode ser sua maior aliada nessa jornada.

Aqui, você tem acesso a relatórios completos sobre o histórico de veículos, podendo verificar gravame, multas, débitos, restrições judiciais, passagem por leilão, sinistros e muito mais.

Tudo isso com rapidez, segurança e clareza, para que você possa tomar decisões informadas e evitar dores de cabeça.

Ao comprar um carro com histórico de financiamento, é essencial garantir que todos os dados estejam corretos e atualizados.

Com a Consultas Prime, você faz isso em poucos minutos, sem sair de casa. Basta acessar o site oficial, escolher “Consulta Veicular”, informar alguns dados, como placa ou o Renavam, e o sistema entrega um relatório detalhado sobre a situação do veículo.

Além disso, a plataforma oferece suporte e praticidade para quem busca mais confiança ao negociar. Se você quer economizar sem abrir mão da segurança, comece pela informação.

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Como funciona pontos na CNH?

Como funciona pontos na CNH? Essa é uma dúvida comum entre motoristas, principalmente quando recebem uma notificação de infração. O sistema de pontuação da Carteira Nacional de Habilitação foi criado como uma forma de penalizar condutores que cometem infrações no trânsito, ajudando a manter a segurança nas vias.

Cada tipo de infração, podendo ser leve, média, grave ou gravíssima, tem uma pontuação específica, e o acúmulo excessivo desses pontos pode levar à suspensão do direito de dirigir. No entanto, muitas pessoas fazem o curso para tirar a CNH, mas esquecem como funciona a prática de pontos.

Por isso, vamos explicar em detalhes como funciona pontos na CNH, desde a origem das infrações até as formas de regularizar a situação e entre outras curiosidades sobre o assunto.

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O que são pontos na CNH?

Os pontos na CNH representam a pontuação atribuída ao condutor toda vez que ele comete uma infração de trânsito. Cada infração tem um peso determinado, conforme sua gravidade. Desse modo, infrações leves geram 3 pontos, médias 4 pontos, graves 5 pontos e gravíssimas 7 pontos.

Esses pontos são registrados no prontuário do condutor, junto ao Detran do estado em que a infração ocorreu.

O objetivo do sistema é identificar motoristas que cometem infrações com frequência e criar mecanismos de correção por meio de advertências, cursos de reciclagem e, em casos mais graves, suspensão do direito de dirigir.

Por isso, saber como funciona pontos na CNH é fundamental para dirigir com consciência e evitar penalidades mais severas.

Como funciona pontos na CNH?

Entender como funciona pontos na CNH ajuda o motorista a acompanhar sua pontuação e se planejar para evitar punições. Sempre que o condutor comete uma infração, os pontos são somados ao seu prontuário e permanecem ativos por 12 meses.

Se, ao longo desse período, o condutor acumular mais do que o limite permitido, ele pode ter a CNH suspensa, dependendo da quantidade de pontos e da reincidência.

Além disso, vale lembrar que os pontos são computados a partir do momento em que a infração é registrada e confirmada e não necessariamente na data em que foi cometida.

A contagem dos pontos tem início com o registro oficial da penalidade, o que significa que a pontuação pode demorar algumas semanas para aparecer no sistema.

Quando um condutor recebe pontos?

O condutor recebe pontos na CNH sempre que comete uma infração de trânsito registrada por um agente ou equipamento de fiscalização. Isso pode ocorrer em situações como avanço de sinal vermelho, excesso de velocidade, uso do celular ao volante, falta de cinto de segurança e muito mais.

Após a lavratura do auto de infração, o Detran envia uma notificação ao proprietário do veículo, informando sobre a infração e o prazo para apresentar defesa ou indicar o condutor infrator.

Desse modo, quando não há contestação ou a defesa é indeferida, os pontos são atribuídos à CNH da pessoa responsável pela infração.

Saber como funciona pontos na CNH permite que o condutor compreenda cada etapa do processo e saiba quando e como agir para evitar o acúmulo desnecessário de penalidades, especialmente em casos de infrações cometidas por terceiros ao volante do seu veículo.

Tem como evitar esses pontos na CNH?

Sim, é possível evitar pontos na CNH em algumas situações. Uma das formas mais comuns é indicar o real condutor da infração, caso outra pessoa estivesse dirigindo o veículo no momento da ocorrência.

Para isso, você pode contar com a Carteira Digital de Trânsito. Todo o processo de indicação de infrator pode ser feito online e em apenas alguns minutos. É necessário apenas que o dono do veículo tenha em mãos o CPF do verdadeiro condutor e indicar. Após isso, o infrator precisa assinar no próprio aplicativo.

Outra forma de evitar pontos é apresentar defesa prévia ou recurso contra a infração, desde que existam argumentos válidos que comprovem equívocos na notificação ou irregularidades no processo de fiscalização.

Além disso, a principal forma de evitar pontos continua sendo a condução responsável.

É possível zerar os pontos da CNH?

Sim, mas isso não acontece automaticamente. Após 12 meses, os pontos referentes a uma infração expiram e deixam de contar para fins de suspensão da CNH. No entanto, eles permanecem registrados no histórico do condutor por até cinco anos, apenas para fins informativos.

Outra maneira de zerar os pontos é realizando um curso de reciclagem para condutores infratores, mas isso geralmente está disponível apenas para quem já ultrapassou o limite permitido e teve o direito de dirigir suspenso.

Quem entende como funciona pontos na CNH sabe que controlar a pontuação é um compromisso contínuo, que exige atenção aos prazos e responsabilidade no trânsito. E se você já está perto do limite, o ideal é buscar alternativas para evitar novas infrações até que os pontos mais antigos expirem.

Quem tem direito a 40 pontos na CNH?

Entender como funciona pontos na CNH também passa por saber quem tem direito ao limite máximo de 40 pontos antes da suspensão.

Dois perfis de condutores têm direito aos 40 pontos na CNH. Aqueles que não cometeram nenhuma infração gravíssima nos últimos 12 meses. Além disso, os motoristas que exercem atividade remunerada, identificados pela observação “EAR” (Exerce Atividade Remunerada) no documento.

Ou seja, mesmo que o condutor profissional com EAR tenha cometido uma ou mais infrações gravíssimas, ele ainda mantém o direito ao limite de 40 pontos, diferentemente dos demais condutores.

Já no caso dos motoristas comuns, o limite muda conforme a gravidade das infrações cometidas. Desse modo, quem comete uma infração gravíssima no período cai para 30 pontos, se cometer duas ou mais, o limite é reduzido para 20 pontos.

O que é necessário fazer para tirar todos os pontos da CNH?

Para remover todos os pontos da CNH antes do vencimento natural de 12 meses, é necessário aguardar que o prazo expire ou, em casos de suspensão, cumprir o curso de reciclagem obrigatório.

Após a conclusão do curso e do cumprimento do prazo de suspensão, o motorista pode recuperar o direito de dirigir com a pontuação zerada.

No entanto, é importante lembrar que não existe maneira de “apagar” pontos de forma automática ou imediata. Qualquer promessa nesse sentido deve ser vista com desconfiança.

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